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Os tratamentos de disfunção erétil podem te ajudará a prevenir problemas maiores e irreversíveis no futuro.

Tratamento Oral

Por ter uma causa multifatorial a DE pode ser manuseada de diversas formas . Em geral a abordagem inicial começa com o uso do tratamento oral, que pode e deve ser associado a mudanças na qualidade de vida e manipulação de condições sistêmicas. O apoio da terapia psicológica pode ser iniciado a qualquer momento, de forma isolada ou em associação como outros tratamentos. Pacientes que não respondem a terapia medicamentosa podemos tentar o uso de drogas que atual diretamente no corpo cavernoso através de injeções intra-uretrais ou diretamente no corpo cavernoso.

Terapias Regenerativas

Recentemente, começa a surgir a possibilidade de terapêuticas que possam regenerar a qualidade do tecido cavernosos, principalmente em pacientes que não possam utilizar a terapia medicamentosa ou que tenham uma resposta inadequada a mesma. Desta forma, seria possível tratar diretamente um dos aspectos da DE (a má qualidade do tecido erétil) e não apenas tratar a DE como sintoma apenas. Para casos de DE severa ou refratária aos tratamentos citados, o implante de próteses penianas passa a ser a opção definitiva para a recuperação da qualidade da atividade sexual destas pacientes. É importante salientar que o tratamento da disfunção erétil não apresenta um regra pré-estabelecida em relação a sequência de opções a ser utilizada e deve na verdade ser desenhada para cada indivíduo, dentro de preceitos que hoje de definimos como MEDICINA PERSONALIZADA.

Abordagem  Psicológica

Profissionais da Psicologia devem estar a disposição e trabalhar conjuntamente com a equipe de Urologia no manejo de pacientes com disfunção erétil. A abordagem multidisciplinar é fundamental para o entendimento do paciente sobre seu problema, adesão ao tratamento, e muitas vezes pode agir diretamente na causa do início ou da manutenção de diversos sintomas relacionados à sexualidade humana.

Disfunção Erétil e Doença Cardiovascular

Imagine que o tecido erétil, formando o interior dos corpos cavernosos é uma “esponja” formada por múltiplas pequenas lacunas que se enchem de sangue provocando a expansão do pênis e a rigidez peniana adequada para uma penetração. Todo este processo sendo mediado por estímulos do sistema nervoso e a liberação de substâncias específicas dentro deste tecido , levando a uma dilatação e enchimento sanguíneo. Estas lacunas dos corpos cavernosos são revertidas por células endoteliais, semelhantes aquelas que revestem os vasos sanguíneos. Por isso, podem sofrer influências de doenças sistêmicas como a aterosesclerose. Hoje, consideramos que a DE pode ser um sintoma inicial de doenças cardio-vasculares e uma adequada investigação deve ser feita em pacientes com fatores de risco.